sexta-feira, 22 de agosto de 2008

"Comunicação é parte da Natureza humana" - Michael Traber

Em seu texto “A comunicação é parte da natureza humana”, Michael Traber faz uma abordagem completa a respeito da comunicação humana. O sentido de completo é devido sua preocupação de explicar, exemplificar e firmar a importância da comunicação para o indivíduo.
Traber utiliza uma linguagem simplificada e objetiva. Que inicia com o questionamento do que significa ser humano, que embora saber que os indivíduos possuem. personalidades próprias e peculiares, depende do coletivo, “do outro”. E é deste referencial que se forma a comunicação, a partir de uma característica humana, mas também de uma necessidade fundamental que existe nas pessoas, independente das crenças, valores e personalidade de cada um.
Posteriormente observa-se os interessantes e importantes aspectos da comunicação no que diz respeito à liberdade, igualdade e solidariedade. Talvez as pessoas nem imaginam ou relacionam, mas a comunicação é intensamente ligada à liberdade. O filósofo cita como exemplo as primeiras medidas de repressão: sempre diz respeito à privação do direito de comunicar.
Uma vivência dos brasileiros na década de 60 foi a ditadura, onde tudo o que se diz respeito à cultura foi limitado e censurado. Jornais, livros, músicas, poesias enfim, tudo o que as pessoas usavam para se expressar. E um novo exemplo mais atual, pode ser os dias de hoje mesmo, onde se vive um momento de “falsa liberdade”. Não existe mais o regime político que priva, proíbe, penaliza e censura mas existe a falta de acessibilidade nos meios de comunicação para a comunidade expor seus pensamentos.
Esta face abre para o questionamento a respeito do direito à comunicação pública para todos onde o missionário afirma que o direito de se comunicar está relacionado às estruturas sociais onde a comunicação pública está inserida. E principalmente correlaciona-se com outros direitos básicos e essenciais do ser humano, independente da cultura ou região.
O acesso à educação é um ponto forte da comunicação. Pois torna-se recurso para viabilizar o conhecimento e interesse a interar-se dos acontecimentos, possibilitando interagir, conscientizar-se e agir.
O filósofo, missionário, teólogo e comunicólogo, como não poderia deixar de ser, não só levanta questionamentos que faz refletir a respeito do sentido fundamental da comunicação na vida do ser humano mas demonstra seus inúmeros benefícios, cita: “A comunicação mantém e anima a vida”. Onde pode viabilizar o entendimento, conhecimento, integração, sensibilização, compreensão, enfim, aspectos básicos, essenciais e importantes na vida.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Comentário: Jovens e as Drogas

Nos dias de hoje é cada vez mais freqüente o uso de drogas entre os jovens, e o pior, surgem novas substâncias com efeitos cada vez mais nocivos ao organismo à curto prazo como taquicardia, dificuldade em caminhar, reflexos exaltados, câimbras ou dores musculares e à longo prazo causam efeitos como lesões celulares irreversíveis, depressão, paranóia, alucinação, ataques de pânico dificuldade de memória e de tomar decisões.
É o caso do ecstasy, a preferida dos jovens e que tem presença garantida em ambientes maiores freqüentados por eles como boates e raves. É uma droga sintética, produzida em laboratório, é chamada também de droga do amor por causar uma sensação de intimidade e de proximidade com outras pessoas, aumento da comunicação, da sensualidade, euforia, despreocupação, autoconfiança e perda da noção de espaço.
A mídia, a família e a escola sempre estão divulgando os dados negativos referente ao uso e também sites especializados como o Antidrogas. Sabe-se que a droga causa dependência, nos jornais sempre está sendo noticiado tristes casos de pessoas dependentes, viciadas.
Sua venda e consumo além de altamente prejudicial, é ilegal. Mas o que nos deixa perplexos e indignados é saber que é a facilidade com que é encontrada, é comercializada facilmente, sem nenhuma fiscalização e recriminação.
A fiscalização e repreensão devem ser mais intensas. Já se sabe os locais mais freqüentes, quem comercializa deve saber que terá sérias punições por fazê-la. Portanto o ponto inicial deve ser dificultar o acesso ao jovem e a qualquer um das drogas.
Mas o centro da prevenção deve ser cada um dos lares, e quem deve ser o maior multiplicador dessa causa é cada pai, cada amigo, cada parente. Devem sempre ter um contato próximo para poderem perceber os primeiros sinais para que seja possível ajudar e fazer com que seja mais difícil se aproximar das drogas.
Mas não adianta proteger quem não se defende. O maior beneficiado também tem que ser o maior interessado. Quem tem conhecimento do quanto é prejudicial, procura ajuda quando precisa e pratica esportes tem cada vez mais consciência e caminho longe do envolvimento com as drogas.